Poetiquinhas

Esta seção, destinada ao universo infantil, pretende abordar a ludicidade através de imagens, sons e palavras.

Falar de imaginação é também falar de alcances, e, com isso, dirigir-se à palavra criação – significados que se contrapõem à insipidez.

Em qualquer campo, a criatividade é uma alternativa, uma das saídas.

Se as crianças são, em sua natureza, seres que se permitem desfrutes, é especialmente a elas que devemos nossas experiências, parte do imaginário que adquirimos (e administramos) ao longo dos anos.

O Poetiquinhas se destina, assim, a espiar – como pelo buraco de uma fechadura – uma pequena amostra deste solo enraizado e fértil.

Um caleidoscópio não daria conta das cores e formas possíveis. Uma luneta nos aproximaria da surpresa do olhar. Tentamos, desta forma, uma pequena amostra de pulsações.

Num pula-pula imaginário, encontrarmo-nos no gesto do salto, sem a preocupação da queda. Através da arte, naturalizarmos o corpo, seus impulsos, desejos, e, nos movimentos de descida e subida, acessar a psiquê (e seus labirintos incontornáveis).

Para muitos adultos, é a “criança interior” a espada que encoraja ou o medo que assola com monstros que povoam a noite, talvez o lugar protegido de esconderijos em que se libertam. Em suma, o motor de uma história.

Brincar talvez seja o melhor alimento, fantasiar; nossa chance de reinvenção.

1, 2 3, já !

CONTEÚDO:

Violeta, de Márcia Cristina Silva

Revista eletrônica de arte contemporânea

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